sábado, 7 de março de 2009

Selinho eba!


Eba! Ganhamos mais um selinho e desta vez foi a Shirley do O Mundo Aninado quem nos presenteou.
Obrigada Shirley, adoramos!
Também fomos presenteados com o mesmo selinho pela May lá do Srta. May, obrigada de coração!

Como todo selo, este também chega acompanhado de alguns passinhos para serem seguidos:
1. Escrever uma lista com oito coisas que sonhamos fazer antes de morrer
2. Convidar oito parceiras (os) de blogs amigos para também responder
3. Comentar no blog de quem convidou
4. Comentar no blog de nossos (as) convidados (as) para que saibam da convocação
Agora, as oito coisas que gostaria de fazer antes de morrer:
1. Conhecer o Caminho de Santiago de Compostela em ano santo;
2. Perder o medo da água e aprender a mergulhar;
3. Voltar a estudar violão e tocar como nos tempos de conservatório;
4. Falar fluentemente pelo menos 5 idiomas;
5. Viver mais leve sem me preocupar tanto em cuidar das pessoas;
6. Brincar na neve com alguém especial;
7. Viajar pelo mundo;
8. Ter uma casa de campo, num lugar frio cheia de gatos esparramados em frente a lareira.
Por fim, repasso o selo e a brincadeira para...
- Elaine Gaspareto – Um pouco de mim
- Milene – Casinha para Gatos
- Gisa - Miados Mil

sexta-feira, 6 de março de 2009

Divulgando - Urgente!

A Dani, uma Tia de Branco muito legal, precisa doar essa pequena Anjogata com uma certa urgência.
Quem souber de alguém Especial que queira um pouco de alegria e amor incondicional, entre em contato aqui.
Gente essa menina é um arraso!

Vejam se não são parecidos...

Tirando a manchinha no focinho do Lelo e os olhos esverdeados, vejam como o Miguel é parecido.

Ajudando a divulgar

Esse Meninão, mora aqui na minha cidade... Pena não poder ficar com ele.
Copiando o post do Gatinhos por toda parte sem permissão...

Lelo
Lélo é um gatinho dócil e amoroso, adora colo e AMA pessoas! É castrado, está em Sorocaba/SP

Apenas para casas seguras ou apartamentos telados - contato: rafagavisconti@hotmail.com

quinta-feira, 5 de março de 2009

Mamãe pintou meus olhos

Mamãe não consegue tirar fotos de mim sem os famosos olhos vermelhos, tudo balela esse negócio de redutor de olhos vermelhos. Então ela inventou de pintar de preto minhas pupilas.
Vê se pode... olha que horror ficou!


Vou mais é fugir de novas fotos...

Ps.: Mamãe pediu para lembrar vocês de fazerem a indicação para o Ajude quem ajuda.

Lambeijocas e ronrons,

Gabi

quarta-feira, 4 de março de 2009

Aceito indicações para o Ajude quem ajuda



Bom, com já andei comentando aqui, ganhei um par de chinelinhos customizado com pedrarias da Elaine e com o consentimento dela e a ajuda de algumas Amiganjas resolvi fazer uma rifinha em prol de animais carentes.
A questão é para quem doar o dinheiro; depois de pensar um pouquinho resolvi abrir aqui uma listinha para sugestão (entenda que usarei o espaço de comentários) de pessoas e/ou entidades que ajudam esse Anjinhos sem asas e não recebem ajuda para isso.
Como sabemos todas as pessoas que decidem doar sua vida ou parte dela em prol desses seres, são sempre incompreendidas e não recebem ajuda de nenhum orgão para fazê-lo, ficando sempre por conta de seus próprios esforços e da ajuda de algumas pessoas que se identificam com a causa.
Sabendo de tudo isso e com o intuito de dar uma pequena esperança a essas pessoas ESPECIAIS, lanço aqui a campanha indique uma pessoa que ajuda sem ser ajudado. Dependendo do número de indicações colocarei uma enquete para apurar através dos votos de vocês quem receberá a primeira de muitas (espero) rifinhas da Ajude quem ajuda.
Meninas e meninos é isso; o ponta pé está dado e aguardo as indicações.
Desde já agradeço a todos que participarem.

* Sobre a rifinha logo coloco no ar com as devidas explicações e foto do prêmio.

Beijinhos e lambeijocas

terça-feira, 3 de março de 2009

Obrigada!

http://www.graphicgarden.com

Acho que a frase ai em cima já disse tudo...
"Amigos são Anjos na terra"
Claudinha, Tânia, Karin, obrigada (danke) pela ajuda e pelo apoio.
Como é bom ter Amiganjas, pois com essas asas de luz a ajuda chega rapidim...rapidim.

Pedido de ajuda.


Queridas Amigateiras, como sabem xereteio os blogs mais variados possíveis, acho que sou meio compulsiva com leituras então saio a caça de todos os tipos de textos.

Tenho outros blogs, não consigo manter todos atualizados mas tenho me esforçado.

Um dia recebi a visita de Elaine , no meu blog Anjos Perfeitos e fui agradecer a visita e dar aquela olhadinha no blog dela. Numa dessas visitas acabei ganhando um selinho e possibilidade de ganhar um presentinho bem mimoso.

Não levei a sério, até porque sou muito azarada com jogos, rifas e afins; mas não é que fui sorteada e acabei ganhando um desses mimos ai em cima. Dei então a sugestão que se fizesse uma rifa em prol de animais carentes e ela de pronto topou e ainda vai nos dar mais um mimo para cabelo e uma caixinha linda de presente.

Sobrou-me organizar a tal rifa, porém não faço a mínima ideia de como fazer, se alguém puder me dar as dicas vou ficar imensamente feliz.

Meninas (os) desde já agradeço.

Beijos

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O pobre de Deus


Xeretando pela net, achei esse trecho deste livro que nem sei quantas vezes li (porque gosto de reler alguns livros depois de algum tempo), no site da revista Época, para os amantes de livro como eu posso garantir que é uma leitura sensacional, o meu é igual a esse da foto ainda remanescente do Circulo do Livro.



Trecho do livro "O pobre de Deus" de Nikos Kazantzákis

Páginas 83 a 86
Tínhamos encontrado no caminho um grande chocalho de carneiro. Francisco agitava-o nas ruelas da aldeia e gritava. Os aldeões, homens e mulheres, ouvindo, corriam para ver o que trazíamos e distribuíamos de graça. Francisco subia então sobre uma pedra e começava a falar sobre o amor. "Amemos Deus e os homens, amigos e inimigos; amemos os animais e os pássaros e também a terra que pisamos". Falava sobre o amor, arrebatado, e, quando já não podia encontrar as palavras, era tomado pelo pranto. Muitos, ouvindo-o, riam; outros aborreciam-se; as crianças atiravam-lhe pedras, e algumas pessoas se aproximavam às ocultas e beijavam-Ihe a mão. Íamos depois a cada uma das portas e estendíamos a mão para pedir esmola. Davam-me um pedaço de pão seco, bebíamos água de poço da aldeia e partíamos, dirigindo-nos a uma outra aldeia. Não lembro quantos dias e semanas passaram; o tempo avançava rapidamente, rolando como uma bola.
Numa cidade pequena, de cujo nome não me lembro, um velho amigo de Francisco, que outrora o tinha acompanhado num divertimento, viu que ele se achava no meio da praça, que dançava, cantava e anunciava suas novas mercadorias.
Surpreso, ele acorreu:
– Francisco, meu velho amigo – bradou-lhe , como degeneraste desta maneira? Quem te pôs neste estado?
– Deus – respondeu Francisco, sorrindo.
– Onde estão tuas roupas de seda, a pluma vermelha de teu chapéu e teus anéis de ouro?
– Satanás tinha-me feito tais empréstimos e já Ihos devolvi.
O amigo olhava-o de cima; a capa em frangalhos, os pés nus, a cabeça descoberta; interrogava-se e não podia compreender.
– De onde vens, Francisco? – perguntou enfim, compadecido.
– Do outro mundo – respondeu Francisco.
– E aonde vais?
– Para o outro mundo.
– E por que cantas?
– Para não perder o caminho.
O amigo sacudiu a cabeça, desesperado. Devia ter bom coração esse jovem porque pegou Francisco pela mão e me fez sinal para segui-los.
– Francisco, meu velho amigo, se compreendi bem, queres salvar o mundo. Mas ouve-me a mim também: entrou o inverno. Vem à minha casa para que, dando-te eu uma roupa quente, não morras de frio; em caso contrário, como salvarás o mundo?
– Trago Deus comigo – disse Francisco –, não tenho frio.
O amigo riu:
– Trazes Deus contigo – disse –, mas não basta. Tens necessidade de uma roupa quente. Tu que te compadeces de pisar até num verme, compadece-te também do teu corpo. Ele também é um verme. Envolve-o numa veste... E não esqueças que o corpo necessita de ti para salvares o mundo. Sem ele...
– Tens razão – respondeu Francisco. – Isso deve dizer um homem instruído, pois tens muito bom senso. Sim, ainda é necessário o corpo. Vamos!
Chegamos à casa dele. O amigo era rico. Entrou num quarto e saiu segurando uma vestimenta longa de Iã grossa, um par de sandálias como as usadas pelos pastores e um cajado de pastor.
– São as vestimentas de meu pastor – disse ele –, veste-as,
Francisco olhou a roupa de lã e mediu-a em seu corpo; ela chegava até os pés. Ele punha o capuz, tirava-o e ria como criança.
– Gosto da roupa – disse enfim –, porque sua cor é idêntica à cor da terra, no outono, quando a cavam e, assim, faz lembrar a terra. Rufino, dá, pelo amor de Cristo, uma vestimenta semelhante também ao meu irmão Leão.
O amigo ficou contente.
– Seria divertido – disse ele – que eu permanecesse na memória dos homens por ter-te dado esta vestimenta, da qual fizeste um hábito de frade! Tens intenção, também tu, de fundar, como são Benedito, alguma ordem de monges?
– Eu? Ou Deus? É a Ele que deves perguntar. A Ele eu também pergunto.


http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT384925-1655,00.html