quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Toy triste...

Meu dia hoje começou um pouco triste, ao vir para o escritório encontrei uma pomba presa em uma sacolinha de plástico.
Provavelmente ela se embaraçou quando tentou alcançar restos de comida que alguém descartou dentro da sacola.
Embora tenha passado mais de meia hora tentando capturar a pomba, não consegui. Alguns rapazes que me viram, ficaram lá tentando capturar uma vez que tive que vir trabalhar.
Espero que tenham conseguido...

Meninas, vi os recados que deixaram no post da rifinha, obrigada pelo empenho, vocês são demais! (No update que fiz do post principal deixe um link para o blog da Flávia, onde estam todas as informações de como comprar.)

5 comentários:

Elaine disse...

Ana,
Como é bom conhecer gente capaz de ficar preocupada com uma pombinha...
No meu mundo, antes de conhecer blog e tudo o mais isso não existia e eu era considerada, digamos, excêntrica, por sentir essas coisas...
Agora, é o seguinte: eu quero muito que você se anime e participe da Blogagem comemorativa em meu blog!
Diz que sim, diz?
Beijos.

Andrea Sassaki disse...

Aninha amore....fica triste, não! Os rapazes conseguiram tirar a pombinha de lá, fica calma! Olha, hoje eu viajo, então um ótimo findi pra vcs, ok?? Ah! Ontem eu fui pertinho de Sorocaba......um beijo!

Dricalaz e os Gatonetes... disse...

Fora esses sacos, sacolas tem tb aquelas linhas de empinar pipa, que são terríveis para pombas e pássarinhos. Eu ando na rua catando essas linhas. E ainda infernizo a molecada explicando, o que acontece, para não jogarem nas ruas e terrenos. Más Ana, fica tranquila, devem ter tirado ela da sacola. Não fica triste não, deu certo!. Bjs.

Claudia disse...

Passei pra te desejar um ótimo dia!
bjs

Ivana disse...

Oi Ana!
Tomara que a pombinha tenha se desvencilhado com a ajuda dos rapazes. Mas sabes que essa história me lembrou uma vez que encontrei um passarinho no chão, imóvel. Pensei que ele estava morto, então peguei em minhas mãos e reparei que ele estava respirando e com os olhinhos abertos. Fiquei apavorada, porque se eu o levasse pra casa, ele, provavelmente, se transformaria em sobremesa do Valentim. Bati de porta em porta na vizinhança para ver quem poderia ajudar. Ninguém se prontificou. Sentei a beira da calçada e fiquei passando as mãos nele, pensando em como eu iria resolver a situação. De repente, Ana, ele voou. Voou alto e com toda a vitalidade. Não entendi nada, mas uma das sensações mais gostosas que já tive na vida.
Beijo!